quarta-feira, 23 de maio de 2012

MEDITAÇÃO DIÁRIA  As mãos de meu Senhor. Na história da humanidade existiram umas mãos sem igual: mãos que curavam, mãos que acariciavam; mãos duras e cheias de poder; mãos que tocavam os seus semelhantes; mãos que falavam, que expressavam amor. Mãos cheias de trabalho, calejadas pelo serviço aos outros; mãos que sempre deram e nunca pediram; mãos cheias de glória. Eram as mãos de Jesus. Quando ninguém estendia suas mãos aos mais desfavorecidos, Jesus o fazia. Quando ninguém tocava nos leprosos por medo de contágio e por considerá-los pessoas desprezíveis, Jesus se aproximava deles e os tocava. Sim, as pessoas conheciam as mãos de Jesus, sempre dispostas a ajudar, sempre amorosas. Suas mãos nunca se cansava de fazer o bem. Inclusive quando as pessoas estavam com fome, Ele colocava os alimentos em suas próprias Mãos e os multiplicava. Mas um dia cravaram aquelas mãos em uma cruz. Machucaram-nas; feriram, furaram, encheram-nas de sangue e de dor. Aquelas mãos levavam a dor do mundo. Logo Ele, que nunca havia feito algum mal. Jesus rendeu suas mãos poderosas por amor a quem o matava. Sabia que, com sua morte, nos daria vida. A história não terminou aí. Jesus venceu a morte e ressuscitou com poder. Ainda hoje, as mãos de Jesus continua tendo as cicatrizes. Nenhuma pessoa poderá dizer mais sobre compreender a dor do que Jesus. Ele a conhece. Levou a dor do mundo em suas mãos. Ainda hoje, todos os anjos dão glória a Deus pela grandeza desses sinais de dor nessas mãos.  Mãos cheias de glória. Mãos de Jesus. As cicatrizes nas mãos de Jesus, são a prova maior do amor de Deus por nós.

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