quarta-feira, 4 de abril de 2012

MEDITAÇÃO DIÁRIA:   Quando Cristo estava pregado na cruz, aparentemente, era o maior fracassado que o mundo já conheceu. Nenhum outro homem havia se atrevido a fazer as espantosas declarações que ele fizera. No entanto agora ele estava ali. Achava-se pregado a uma cruz vergonhosa, exposto diante de uma multidão vil, que zombava dele. Estava sendo executado no início de sua vida adulta. Fora traído por um de seus amigos pessoais. Os outros apóstolos o tinham abandonado. Aliás, um deles, lhe jurara fidelidade, acabara negando-o, com palavrões e praguejamentos. Parecia que a mais poderosa e emocionante oração intercessória, registrada no evangelho de João no capítulo 17 nunca chegara aos ouvidos do Pai. Era como se as palavras que Jesus falou: “Pai, é chegada  a hora; glorifica a teu filho” jamais pudessem se cumprir. Ninguém compreendeu o Salvador e sua missão, nem mesmo aqueles que mais o amavam. Só existe uma situação em que poderemos experimentar o poder e o gozo profundo de afirmar “estou crucificado com Cristo”. Isso ocorrerá quando manifestarmos fé e obediência plenas, que nos capacitam a deixar as consequências de tudo nas mãos de Deus. que possamos dizer: Ó Jesus, nosso pão vivo, triturado nos moinhos da morte, deixa-me alimentar-me de ti, temos fome. Ó Cristo, nosso vinho melhor, pregado àquela cruz de dor, deixa tua vida divina fluir em meu ser. Teu corpo me transmite forças para viver, teu sangue purifica os pecados que maculam meu coração. Que meu coração jamais seja frio, nem duvide, quando minha fé for provada. Em minha mão quero reter teu santo amor. Jesus, não te quero apenas como uma visita, que cheja e depois se vai. Entra em meu coração, entra, e, para sempre fica.

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