terça-feira, 3 de abril de 2012

MEDITAÇÃO DIÁRIA:  Quando os soldados tiraram a cruz dos ombros feridos de Jesus e a colocaram sobre os de Simão Cirineu, este assumiu uma condição que ninguém nunca havia tido antes, ou iria ter, na paixão e morte de Cristo. Por um breve tempo, Simão foi o substituto de Jesus. Ninguém teve uma condição tão privilegiada como a desse homem. Caminhou junto a Cristo. Seguiam tão próximos que parecia que a cruz estava sobre os dois. Jesus pode ter conversado com Simão de um modo que não conversara com mais ninguém, durante seu ministério terreno. E é bem possivel que isso tenha acontecido, sim, pois sempre que alguém prestava algum serviço ao Senhor, por menor que fosse a tarefa, Ele retribuía no mesmo instante. E aquele homem o estava auxiliando no momento mais difícil de sua vida. Ao que parece, Simão, nunca contou o que o mestre lhe disse naqueles momentos. Contudo podemos ter certeza de um fato, queridos e queridas. Simão conheceu Jesus, bem no meio à tragédia daquela caminhada para o Calvário. E que bondade o Senhor deve ter demonstrado para com quem carregou sua cruz, enquanto ambos seguiam juntos levando um mesmo madeiro, uma mesma sorte. Simão foi tirado do meio da muiltidão para levar uma cruz que não era sua, seguiu com Jesus a Via Dolorosa. Simão Cirineu carregara a cruz do Senhor. Que tremendo privilégio. Quando se dirigiu para sua casa, à noite, nada mais restava daquela grande tragédia, a não ser algumas gotas de sangue no chão. Nesse meio tempo, Jesus consumara a redenção do mundo. Saiba que: quem anda a sós com o redentor recebe um precioso tesouro. Por um breve momento, aquele homem carregou o peso da cruz. Em troca, Jesus levou sobre si os pecados dele de seus filhos e de todos nós.

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